Eu choro agora
Uma angústia amargurada
Que sufoca nas noites vazias de tua ausência
Preenchendo o cinza que compõe o meu peito
É uma solidão delirante, irreal
Que vislumbra o sonhar psicodélico de um amanhã
Manchado pela tua volúpia
Violado pela tua carne lasciva
São noites, longas noites
Uma nostalgia de algo que não tive
A sensação densa do teu olhar palpitante
Na janela luminosa da minha vida
Afogo na noite a tua procura
E em lábios de não querer
Em afagos de não sentir
Perco-te, entre as ruas da minha mente
É uma solidão ingênua, pueril
Que invade meu universo dilacerado
Expandindo um vazio que jaz presente
A tua espera, neste nicho de amor e perdição
E se a tua porta eu não bater
E a tua boca, meus lábios não tocarem
Fora o meu sonho a tua loucura
O sonho de te ter nessa noite fria de solidão
2 Delírios à Respeito:
Coisa linda!
Irmão! Te mandei e-mail e te liguei, mas não consegui contato. Vives? Cara, saiu o livro, acho que j´´a vistes... em breve trarei a tua cópia e farei considerações em meu blog sobre o teu trabalho... só que que tu saibas que não tenho palavras para agradecer... Abraçõs, irmão! Pinta lá na Vanguarda.
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