Me encontro escrevendo coisas sem sentido
Palavras fluem das minhas mãos como a areia que escoa entre os dedos
Todas para ti, sustentáculo das minhas loucuras juvenis
Minha aventura fantástica, que nem os mais belos contos podem descrever
Sinto-me um infante, pueril em meus atos
Quando contigo, estou livre de todo o mal
E ao tocar as tuas mãos e sentir a tua pele
O tempo para, transporto-me para esferas celestiais
Mergulho no mar dos teus olhos
Esferas de paz que me trazem conforto
Enquanto isso, ouço canções de outros tempos
Que louvam-te, perfeição e sutileza impressas no teu sorriso
É esse o meu delírio cotidiano, o mais doce deles
Surfar na minha loucura com o sabor do teu beijo
Entregar-me de corpo e alma aos teus cuidados.
Descansar em teus braços e sonhar.
.
Apenas sonhar.
0 Delírios à Respeito:
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